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domingo, 4 de maio de 2008

As Horas

Em 1929, a famosa e depressiva escritora Virginia Woolf (Nicole Kidman) começa a escrever seu livro, “Mrs. Dalloway”, sob os cuidados de seus médicos e familiares. Em 1951, Laura Brown (Julianne Moore) está preparando algo para o aniversário de seu marido. Entretanto, encontra-se ocupada pois está lendo o livro escrito por Virginia, o mesmo “Mrs. Dalloway”. Em 2001, Clarissa Vaughn (Meryl Streep) está preparando uma festa para seu melhor amigo, um famoso autor que está morrendo de AIDS. Sendo tomada em apenas um dia, todas as três histórias estão interligadas com o livro mencionado: uma personagem está escrevendo-o, outra está lendo e outra está vivendo a história, respectivamente.

Grande Menina, Pequena Mulher


Em Grande Menina, Pequena Mulher, Molly Gunn (BRITTANY MURPHY) é super popular no cenário social de Nova York. Ela é a exuberante filha de um falecido e lendário astro do rock e está no topo da lista VIP da cidade: os estilistas querem desenhar suas roupas, os rapazes querem sair com ela e sua festa de aniversário tem os convites disputados. Sua vida é uma festa o tempo todo.

Porém, quando sua herança é roubada pelo contador, tudo isso acaba e Molly é forçada, pela primeira vez, a arrumar um emprego.

Ajudada pela melhor amiga Ingrid (MARLEY SHELTON) e pelo caçador de talentos Huey (DONALD FAISON), Molly arruma em emprego como babá da filha de uma poderosa executiva da música, Roma Schleine (HEATHER LOCKLEAR). A criança é Ray Schleine (DAKOTA FANNING), uma menina precoce e ansiosa de 8 anos "quase chegando aos 40", obcecada por germes e com mania de perfeição. Distante emocionalmente da mãe, Ray foi criada por babás, sem qualquer estabilidade. Por isso tenta controlar tudo que pode.

Molly nunca precisou ter responsabilidade, enquanto Ray carrega o peso do mundo. Uma vai ensinar à outra como se comportar de acordo com a própria idade.

O Diário de Bridget Jones

Ela parece ter a capacidade de sempre dizer as coisas erradas nas horas mais impróprias e agir de forma estranha nas situações mais improváveis. Um bom exemplo disso é a cena em que é a única a aparecer fantasiada numa festa de família. É constrangedor sim, mas obviamente engraçado, principalmente porque quase todo mundo já passou por algo do tipo e sentiu vontade de se jogar num buraco no chão para sumir imediatamente.

Essa identificação com a personagem é o que fez dela um dos grandes sucessos do mercado editorial inglês dos últimos tempos. Quem lê o livro ou assiste ao filme sempre encontra algum ponto em comum com a desajeitada Bridget. Principalmente por ela ser uma mulher absolutamente comum: com trinta e poucos anos ainda não se casou, bebe e fuma demais, não se dá tão bem com a mãe, faz um trabalho sem graça e sempre acha que precisa fazer dieta, mas nunca faz.

Num final de ano, depois de cometer mais algumas gafes memoráveis, e passar o tempo sozinha cantando All by myself, Bridget decide mudar sua vida e encontrar seu grande amor (será que só ela faz isso?). Para atingir seus objetivos uma de suas primeiras resoluções é comprar um diário onde passa a anotar tudo, desde o número de cigarros que fumou no dia até quanto está pesando. Passar a idéia do diário para o cinema poderia se tornar um recurso maçante, no entanto, Sharon Maguire soube fazê-lo muito bem, transformando-o em apenas um detalhe na história, não o ponto principal.

O charmoso vilão da história, se é que se pode ser maniqueísta a ponto de dividir os personagens do filme em bandidos e mocinhos, Daniel Cleaver, vivido por Hugh Grant, é uma agradável surpresa. Ao contrário da grande maioria de suas atuações, em O Diário de Bridget Jones o ator não é o bobinho bonzinho e bonitinho. Ele é mau-caráter e irresistivelmente sedutor e o pior é que realmente convence como tal.

Outros destaques são Colin Firth como o sisudo advogado Mark Darcy e Gemma Jones, como a mãe de Bridget que parece ter um imã para colocar a filha em situações embaraçosas, como se ela mesma não conseguisse fazer isso sozinha.

É um filme sobre as mulheres e feito para elas!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Encontro Marcado


Bill Parish (Hopkins) tem sucesso, dinheiro, poder. Dias antes de completar 65 anos, ele recebe a inesperada visita de um homem misterioso, Joe Black (Pitt), que logo revela ser a Morte. Em troca de algum tempo extra de vida, Bill concorda em ser o guia de Joe na Terra. E o que parecia ser apenas uma simples tarefa, acaba movendo o Céu e a Terra, quando a Morte se apaixona por Susan (Forlani), a bela filha de Bill. Um filme interessante e muito romântico. O único porém é que a "morte" é interpretada por um deus.

Caminhando nas Nuvens


Poucas coisas no mundo são tão interessantes quanto ver Keanu Reeves de uniforme em um filme romântico! A história se passa em uma fazenda, nosso herói é o protagonista que após retornar da guerra, descobre que seu casamento foi um erro. Logo embarca em uma viagem onde encontra uma jovem grávida e desesperada, no intuito de ajuda-la ele resolve mergulhar em uma doce paixão. Dirigido por Alfonso Arau (E Sua Mãe Também) e com Keanu Reeves e Anthony Quinn no elenco.

Doidas Demais


Um filme sobre personalidades e amizade feminina.
Mais de 20 anos após viverem intensamente o auge do rock'n'roll, duas amigas antes inseparáveis se reencontram quando uma delas precisa de ajuda. Com Goldie Hawn, Susan Sarandon, Geoffrey Rush e Erika Christensen.

Amigas para Sempre


Neste retrato de uma forte amizade, a irrequieta C.C. Bloom (Bette Midler) e a aristocrata Hillary Whitney (Barbara Hershey) dividem os altos e baixos de suas vidas, divórcios, carreiras, alegrias e tristezas. Ao longo da vida, elas sempre foram muito amigas e juntas deverão encarar o maior dos desafios. Amigas Para Sempre é um filme inesquecível, às vezes engraçado, algumas vezes profundamente comovente, mas sempre emocionante. Aplaudido por seu tema universal, com música de George Delerue e excepcionais atuações da fomosa Bette Midler e da encantadora Barbara Hershey. Você irá se lembrar deste filme por muito, muito tempo.

Irreversível


"Outro francês muito bem feito, todo moderninho e bem produzido. Fala sobre estupro e suas conseqüências na vida de uma mulher. Tem uma cena super pesada, mas vale a pena, por que é um suspense de tirar o fôlego."

Minha vida sem mim


"Não foi à toa que ganhou o festival de Berlim em 2003. Conta a história de uma mulher com uma doença terminal, que antes de morrer ajeita a vida da família para que os filhos e o marido fiquem bem na sua ausência. Como? Só assistindo pra saber. Uma lição de altruísmo muito feminina. Lindo, lindo!"

Bagdá Café


"Clássico imperdível de 1987. Se não bastasse uma trilha sonora maravilhosa, esse é um filme que mostra o poder de transformação de uma pessoa sobre um lugar e sobre os outros. E é claro que a protagonista é uma mulher cheia de personalidade e doçura que te faz rir e chorar. Muito bom!"

Bem-me-quer, Mal-me-quer


"Francês estrelado pela Audrey Tatou ( que ficou famosa com o lindinho "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain") Mostra o lado obsessivo de muitas mulheres quando se apaixonam perdidamente, através de uma personagem quase caricaturizada. Atire a primeira pedra quem não se identificar, pelo menos um pouquinho, com a doidinha da Angélique. Ótimo pra refletir."Publicar postagem

Divinos Segredos


"Esse é outro levinho, mas muito lindo. Sandra Bullock é uma mulher que encontra o diário da mãe que acaba de falecer. A partir daí, inicia uma viagem de descobertas sobre ela, quem pouco conhecia, e sobre uma irmandade de amigas que ela mantinha. Belíssima mensagem sobre amizade entre mulheres. Você termina o filme querendo fazer a lista das amigas que convidaria para fundar a sua irmandade feminina. Muito legal!"

O casamento de Muriel

"Comédia australiana de 1995, mas que vale a pena se você ainda não assistiu. Conta a vida de uma adolescente de classe média que é louca pelo Abba e sonha em se casar com um príncipe encantado. Tem cenas em que você não sabe se ri ou chora de pena da gorducha e rejeitada Muriel, super bem feita pela então estreante Toni Collette. Trilha sonora com os grandes sucessos do Abba. Divertidíssimo."

De Caso com o Acaso


"Normalmente acho as comédias românticas muito bobinhas, mas esta tem roteiro e idéia. Fala dos caminhos que a vida da gente toma e faz comparativos de uma forma muito criativa. Vale a pena. Um filme leve, mas com "penso"."

Uma Relação Pornográfica

"Ops, não pensem que é um filme de sacanagem. Esse é um francês com um roteiro incrível. Não dá pra adiantar muita coisa, se não perde a graça. Uma pista: fala de desejo, fantasia, culpa, prazer, liberdade e um monte de coisas de uma forma super delicada. Se quiser ser surpreendida mesmo, não leia a sinopse. Os atores são bárbaros. (Nathalie Baye recebeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Veneza). Posso garantir que você vai ficar grudada na estória do começo ao fim."

Antes do Amanhecer

"Jesse é um jovem americano (Ethan Hawke) que conhece a francesa Celine (Julie Delpy) viajando de trem pela Europa. Os dois resolvem passar aquela noite passeando pelas ruas de Viena, já que nunca mais voltariam a se ver. Parece um roteiro banal e é, mas o grande diferencial está nos diálogos impecáveis! Sem falar nos personagens que são interessantíssimos. Duas pessoas se apaixonando a cada cena. Nota 10."

Thelma e Louise

"Um filme muito feminino. Além de mostrar a força da amizade entre mulheres, fala de liberdade, de escolhas, de mudanças e ainda tem muita aventura. Ver a personagem da Thelma (Geena Davis) - uma dona de casa submissa se transformar numa assaltante inconseqüente é impagável. Isso sem falar que a Louise feita pela Susan Sarandon talvez tenha sido uma das figuras do cinema que mais marcou naquela época. Pena que a vida não é uma viagem de carro pelas mais lindas paisagens dos Estados Unidos."

Coisa de Mulher

"Coisa de Mulher é uma comédia sobre o universo feminino. O filme conta a história de 5 mulheres: Catarina - a cansada do casamento; Mônica - a pudica que sonha em casar virgem; Mayara - a que quer ser mãe a qualquer custo; Dora - a recém-separada, aberta a novas experiências e Graça - a que quer vencer profissionalmente. Todas elas, moradoras de um mesmo edifício de classe média, vão se ver às voltas com um novo, charmoso e enigmático morador: Murilo, escritor que está atravessando uma fase difícil na vida. Sem dinheiro, ele se submete a escrever para uma revista feminina sob o pseudônimo de Cassandra. Sua coluna é um verdadeiro fiasco até que ele se muda para o edifício Atenas, onde conhece nossas heroínas. Pouco a pouco, ele vai se aproximando de cada uma delas e percebe que elas são uma fonte inesgotável de inspiração para seu trabalho. Ele acaba se tornando um verdadeiro espião de seus pensamentos e emoções. Ouve seus segredos com toda a calma, dá conselhos... Ou seja, ele dá o que elas querem: atenção. E elas vão descobrir juntas que Cassandra é, na verdade, Murilo. Vão ficar chocadas em saber que o tempo todo Murilo/Cassandra escrevia sobre elas e vão ficar lisonjeadas em saber que seus anseios, medos e desejos são absolutamente iguais aos de todas as mulheres. Vão perceber que Murilo, apesar de ter se aproveitado delas, acabou influenciando e transformando as suas vidas para melhor. Muitas surpresas e muitas risadas. Isso é Coisa de mulher!"