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terça-feira, 27 de maio de 2008

Ovários Policísticos

Uma em cada cinco mulheres apresentam sintomas ou sinais de ovários policísticos, ou S.O.P. (Português) ou P.C.O.S. (Inglês).
Esta síndrome é caracterizada por sinais de hiperandrogenismo e/ou disfunção ovariana e/ou ovários policísticos ao ultra-som.
Os critérios para o diagnóstico, de acordo com o Consenso Internacional de Rotterdam 1, são no mínimo 2 de 3 dos sintomas:
1. Ovários Policísticos ao Ultra-som.
2. Falta de Ovulação Crônica ou Deficiência de Ovulação.
3. Sinais Clínicos ou Laboratoriais de Hiperandrogenismo.

Portanto, apenas um ultra-som mostrando ovários policísticos não é suficiente para o diagnóstico desta doença.

Sintomas

Irregularidades Menstruais.
É um dos principais sintomas da S.O.P. Grande parte das mulheres tem atrasos ou mesmo ausência das menstruações.

Dificuldade na Ovulação.
Muitas mulheres com esta síndrome não tem ovulação regular. Este fato faz com que muitas delas tenham dificuldade em engravidar sem um tratamento eficaz.
No entanto isto não quer dizer que mulheres com S.O.P. não engravidem nunca !!! Muitas adolescentes com estes ovários pensam que não podem engravidar e acabam conseguindo uma gravidez indesejada.

Problemas na Pele e aumento de pelos.
Acne, espinhas, queda de cabelo, pele oleosa e aumento de pelos são sintomas que podem fazer parte da síndrome. São chamados de hiperandrogenismo.

Aumento de Peso
Muitas mulheres que tem Ovário Policístico apresentam aumento de peso.
Pacientes com síndrome de ovário policístico devem ser cuidadosamente avaliadas em relação à resistência à insulina e a síndrome metabólica, pois estas doenças estão relacionadas com maior chance de desenvolver alterações vasculares, diabetes, hipertensão arterial e risco cardiovascular aumentado.

Abortos
Pode haver uma correlação entre os altos níveis de LH com abortos em mulheres com esta síndrome.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através do exame clínico, ultra-som ginecológico, e exames laboratoriais.
Ao ultra-som caracteriza-se pelo aparecimento de mais de 12 folículos na superfície de cada ovário, ou aumento do volume ovariano acima de 10 ml.
Este ultra-som deve ser feito entre o 3º e 5º dia do ciclo menstrual. Não sendo a mulher virgem deve-se dar preferência para a técnica de ultra-som transvaginal.
É importante definir que estes resultados não se aplicam a mulheres que estejam tomando anticoncepcionais orais. Se houver um folículo dominante ou um corpo lúteo é importante repetir o ultra-som em outro ciclo menstrual para realizar o diagnóstico.
Mulheres que apresentam apenas sinais de ovários policísticos ao ultra-som sem desordens de ovulação ou hiperandrogenismo não devem ser consideradas como portadoras da síndrome de ovários policísticos.

Tratamento

O tratamento dos Ovários Policísticos depende dos sintomas que a mulher apresenta e do que a mesma pretende.
A pergunta mais freqüente do médico é saber se a paciente pretende engravidar ou não.

Anticoncepcionais Orais
Não havendo desejo de engravidar, grande parte das mulheres se beneficiam com um tratamento a base de anticoncepcionais orais ou seja a pílula.
De fato a pílula melhora os sintomas de aumento de pelos, espinhas, irregularidades menstruais, cólicas e, em alguns casos, do aumento excessivo do peso.
Não há uma pílula específica para o controle dos sintomas. As de baixa dosagem tem sido as mais prescritas pelos ginecologistas. Existem pílulas que tem um efeito melhor sobre a acne, espinhas e pele oleosa.
Mulheres que não podem tomar a pílula se beneficiam de tratamentos à base de progesterona.
Dietas com baixas calorias e pouca gordura melhoram o aumento de peso contribuindo para o bem estar da paciente.
Em alguns casos medicamentos que são usados no tratamento da diabetes também tem sua aplicação.

Cirurgia
Cada vez mais os métodos cirúrgicos para esta síndrome tem sido abandonados em função da eficiência do tratamento com anticoncepcionais orais.

Indução da Ovulação
Se a paciente pretende engravidar o médico lhe recomendará um tratamento de indução da ovulação não sem antes afastar as outras causas de infertilidade.
Não se deve fazer este tratamento em mulheres que não estejam realmente tentando engravidar.
O fato da mulher conseguir ovular com medicamentos não significa que a síndrome foi curada.

Antidiabetogênicos Orais
Estando a síndrome de ovários policísticos associada à resistência insulínica um dos tratamentos disponíveis é através de medicamentos para diabetes. Cabe ao médico e à paciente a avaliação do melhor tratamento.

Dieta e atividade física
Estas pacientes devem ser orientadas em relação a dieta e atividade física, concomitante com as medidas terapêuticas.

É necessário tratar ?
Pacientes com síndrome de ovário policístico devem ser cuidadosamente avaliadas em relação à resistência à insulina e a síndrome metabólica, pois estas doenças estão relacionadas com maior chance de desenvolver alterações vasculares, diabetes, hipertensão arterial e risco cardiovascular aumentado.
Mulheres com ovários policísticos e obesidade devem ser estimuladas a mudar seus hábitos alimentares e de atividade física visando a melhora global das alterações.

Leia também: Entrevista do Dr. Sérgio dos Passos Ramos para o site Xenicare.com.br

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Saiba se seu relacionamento tem futuro: dicas

Seja realista
A maioria das pessoas idealiza o amor de acordo com sua educação e a cultura que o cerca: os filmes convidam você a sonhar com relações românticas ou com parceiros ideais, que fazem elogios o tempo todo e mostram o quanto não conseguem viver ao seu lado.

Ao se apaixonar, a pessoa costuma adaptar seu comportamento as expectativas que tem em relação a outra, ou a sua idéia de amor ideal. Mais cedo ou mais tarde, as personalidades aparecerão e com elas as primeiras decepções - para impedir isso, é preciso saber entender o outro.

Evite desistir logo
Entregar os pontos diante do primeiro grande problema não é a melhor solução, já que todos sabemos que nenhuma relação ou pessoa é perfeita. Para melhorá-las, é preciso trabalhar e ser perseverante. Uma relação se constrói dia após dia e por ambas as partes, que se esforçam para vigiar os defeitos e potencializar seus pontos fortes, que reforçam o amor.

Pode ser que isto acabe com os ideais românticos de alguém, mas evitará surpresas futuras.

Conheça o passado amoroso de quem está com você
Segundo a psicoterapeuta nova-iorquina Marilyn Graman, muitas vezes não buscamos informação suficiente sobre a outra pessoa quando começamos a sair com ela.

“É importante conhecer o passado amoroso de alguém, porque tem muito a ver com como ela se comportará no futuro”, completa.

Para conhecer seu companheiro, é bom saber as seguintes coisas: ele teve alguma relação longa ou a maioria delas foi curta? Faz planos para um futuro próximo ou só pensa um ou dois meses a frente? Fala em ter uma relação longa ou se casar? Há alguma referência em suas conversas sobre como ele gostaria que fosse uma relação séria ou o casamento?

Atenção as discussões
As disputas indicam a saúde da relação. São positivas quando buscam um acordo ou uma solução, sem violência, insultos ou humilhações, e quando servem para que a relação funcione, como um nexo de atração para reviver a sexualidade, ou pelo prazer trazido pela reconciliação posterior.

Por outro lado, podem ser negativas se envolverem terceiros para conseguir algo ou envolvem uma crítica constante, auto-estima baixa ou críticas pessoais sobre a outra pessoa. Outro ponto negativo é recorrer a chantagem psicológica. Mais um sinal de que algo vai muito mal é quando a discussão utiliza-se do silêncio como resposta, ou quando se age com indiferença para acabar com a paciência do companheiro.

As brigas se tornam extremamente difíceis de ser contornadas quando começam exigindo concessões que o companheiro não está disposto a fazer. A situação fica ainda pior quando ele sempre reage negando para não perder a batalha ou cedendo para não discutir mais.

Perguntas-chave
Para ajudar a decidir se vale a pena continuar a relação, deve-se pensar numa série de perguntas:

1 - A relação tem o mesmo significado para os dois? Pode ser que uma pessoa busque estabilidade e compreensão, enquanto a outra pensa apenas na paixão e na aventura.

2 - Vocês têm interesses ou objetivos que podem ser compartilhados?

3 - Está disposto a fazer todo o possível para solucionar os conflitos que o levaram a pensar em se separar?

4 - Com o fim desta relação, acha que terá poucas chances de se apaixonar por outra pessoa?

5 - O desgaste se deve mais a motivos práticos de convivência que a razões emocionais, como a falta de amor ou paixão?

6 - As alegrias da relação superam os problemas?

Se a resposta a maioria destas dúvidas for positiva, o casal tem muitas chances de se salvar e continuar sua relação, uma vez resolvidas suas diferenças.

Fonte: mulher.terra.com.br/interna/0,,OI1281396-EI4788,00.html

terça-feira, 20 de maio de 2008

40 atitudes femininas que os homens adoram

Texto: Luana Leme | foto: Karine Basilio

1

"Minha garota é viciada em testes de revistas e sempre me pede para fazermos juntos. Finjo que não estou nem aí, que isso é coisa de mulher, mas a verdade é que morro de curiosidade para ver o que ela vai responder." Roberto, 26 anos

2.

"Fico fascinado com a delicadeza com que a minha noiva move a mão para ir pintando as unhas dos pés. Tem ainda uma parafernália toda por perto, incluindo aquela coisa que coloca entre os dedos. Parece um ritual tribal erótico. E mais: vê-la depilar a perna e a virilha também me agrada muito." Osmar, 33 anos

3.

"Descobri que a Ângela era a mulher da minha vida pouco antes do Natal. Ela mesma fez os cartões e escreveu uma mensagem diferente em cada um. Não conheço ninguém que teria todo esse trabalho para mostrar à família e aos amigos que gosta deles." Marco Antônio, 36 anos

4.

"Homens curtem um clima, sim. Minha namorada acende velas perfumadas e a casa toda fica ainda mais convidativa. Pode acreditar: o sujeito que diz que não liga pra essas coisas é um panaca - ou um mentiroso." Daniel, 22 anos

5.

"Não tem nada mais sexy do que mulher de salto alto. Minha namorada usa o tempo todo e costuma chegar em casa "morta". É incrível o que o mulherio agüenta por vaidade. Não que esteja reclamando." Alex, 35 anos

6.

"Minha namorada se emociona até com filme de ficção científica. Tiro o maior sarro, mas no íntimo acho comovente ela ser tão sensível. Todo homem acha, porque não somos capazes de demonstrar direito as nossas emoções." Wagner, 25 anos

7.

"A Andréia leva horas para se arrumar, mas não me importo. Ficar observando ela trocar de roupa mil vezes 'porque não tem nada para vestir' é um dos meus shows eróticos preferidos." Danilo, 24 anos

8.

"Curto demais ver minha namorada dormindo. Parece tão frágil. Às vezes, fica abraçada ao travesseiro e é a coisa mais sexy. Eu me sinto poderoso, o cara que está ali para protegê-la." Lucas, 27 anos

9.

"Assim que chega das compras, a Natália veste todas as roupas que adquiriu para me mostrar. Adoro ver a gata, eufórica, desfilando só para mim" Juliano, 25 anos

10.

A Suzana sempre passa protetor labial antes de a gente ir para a cama. É uma bobagem, mas deixa a boca tão macia e gostosa..."

11.

"Adoro essa mania que mulher tem de levar tudo na bolsa - lenços de papel, band-aid, está tudo lá -, feito uma farmácia ambulante." Zeca, 26 anos

12.

"Minha namorada cuida muito das mãos. Estão sempre macias e perfumadas. É uma delícia ficar de mãos dadas com ela." Pedro Paulo, 29 anos

13.

"Sempre digo que minha garota é maluca de gastar uma nota com xampus, condicionadores, sei lá mais o quê. Mas a verdade é que vale a pena. O cabelo dela é lindo e cheiroso." Sávio, 25 anos

14.

"A Carla tem uns lençóis, acho que são de seda, coisa finíssima, eu nunca tinha usado nada igual. Passar a noite com ela na sua cama é o máximo." Sérgio Augusto, 29 anos

15.

"Como toda mulher vaidosa, minha mulher se produz bastante para sair e usa lentes de contato. Fica linda. Mas mal sabe como gosto quando está em casa, à vontade, usando calcinha de algodão e aqueles óculos retangulares de executiva dela. Acho que é porque sou uma das pouquíssimas pessoas com permissão para vê-la assim." Gustavo, 28 anos

16.

"Meu apartamento era uma bagunça, dava a impressão de que os ladrões entraram e reviraram tudo. Um dia, a menina com quem estou saindo fez algo simples, em que eu não havia pensado: pediu ao zelador que me arranjasse uma 'santa' faxineira. Tive uma prova de que se preocupa comigo." Carlos, 30 anos

17.

"Não sou o tipo de cara que nasceu para ser pai. Mas adoro observar como minha namorada tem jeito com crianças. Os sobrinhos e sobrinhas são loucos por ela. É bom saber que será uma ótima mãe... algum dia." Naldo, 27 anos

18.

"Não sei por que a Fernanda gosta tanto de usar as minhas roupas. Toda vez que dorme lá em casa, no dia seguinte veste meus shorts e camisetas velhos. Eu fico parecendo um sem-teto com eles; ela fica uma gracinha." Cássio, 21 anos

19.

"Sempre protesto quando a gente sai à noite e a Marisa me pede para guardar as chaves dela, o celular, os cartões de crédito. Mas no fundo acho essa demonstração de confiança muito bacana." Fernando, 24 anos

20.

"Quando a gente não concorda com alguma bobagem, tipo que filme vamos ver na tevê, minha namorada faz logo cara de quem vai chorar. Sei que a danada só está tentando me manipular, mas fica tão engraçadinha. Ela sempre consegue o que quer." Beto, 23 anos

21.

"Toda vez que vou à casa da Karina, encontro na geladeira tanta coisa gostosa... Ela sabe escolher as melhores marcas, descobre novas variedades de produto e já me convenceu a comer alimentos que eu julgava detestar, mas estava redondamente enganado." Tadeu, 20 anos

22.

"Já reparei que, quando está a fim de transar, a Lúcia prende o cabelo para trás num rabo-de-cavalo. Não sei por quê. Só sei que basta eu ver aquele elástico que ela usa para ficar excitado." Alberto, 20 anos

23.

"Garotas têm memória de elefante para coisas bobas, como o aniversário do primeiro encontro. Acho legal elas se lembrarem disso... desde que não criem caso quando eu esquecer." Eduardo, 30 anos

24.

"Acho adorável como minha namorada é incapaz de notar a diferença entre chave de fenda e chave de roda, mas sabe qual é a grife de uma roupa só de bater o olho. Tenho a melhor personal stylist do mundo!" Edgar, 21 anos

25.

"A Simone acha que faço um grande sacrifício indo com ela ao shopping para comprar jeans. Acontece que adoro ficar admirando a bundinha dela." Newton, 28 anos

26.

"Minha garota coloca sempre as mesmas músicas quando estamos juntos. Já pensei que era falta de imaginação, mas descobri que não é, não. Elas ajudam a criar uma atmosfera de intimidade só nossa, como dizer, personalizada." Kléber, 31 anos

27.

"Sempre que vai para a cozinha, minha noiva consegue tirar leite de pedra. É que a minha despensa vive praticamente vazia. Tem uns enlatados e olhe lá... Mas não é que sou surpreendido com algum prato gostoso?" Ivan, 33 anos

28.

"Outro dia, abri por acaso o armário da Luana e descobri uma porção de calcinhas e sutiãs de algodão que eu nunca tinha visto. Quanto sai comigo, ela só usa roupas íntimas sexy, cheias de rendas e laços. Achei o maior barato aquelas peças mínimas tão femininas." Rafael, 23 anos

29.

"Uma noite, a gente estava vendo tevê quando apareceu uma barata na sala. A Lu saiu correndo para o quarto e ficou trancada até eu matar a bicha. Sei que é ridículo, mas ela me deu a chance de me sentir o próprio Super- Homem." Marcelo, 31 anos

30.

"Quem tem mais paciência do que as mulheres para melhorar o visual de um homem? Eu resisti a mudar o corte nos dois primeiros anos de namoro, até que fui convencido. E aprovei o resultado." Roni, 37 anos

31.

"Antes de ir para uma reunião importante de trabalho, é sagrado pedir à minha namorada que passe em casa e aprove as combinações de gravata com camisa, terno, sapato... Com o seu ok, me sinto mais seguro." Aldo, 28 anos

32.

"Admito, não sou bom para colocar em palavras o que estou sentindo. Mas a minha mulher me escuta e traduz a minha língua enrolada com uma facilidade e sensatez que me impressionam." Amaury, 24 anos

33.

"Organizar aniversários, encontros com os amigos - se a Mariana deixasse por minha conta, não aconteceria nada. Ela tem muita habilidade para reunir as pessoas. E nos divertimos." Jarbas, 29 anos

34.

"Sou tão fanático por música que, se a minha garota não coloca um freio, compro 20 CDs num dia. Meu bom senso passa longe quando entro numa loja, mas o dela é insuperável." Luciano, 23 anos

35.

"Mesmo sem comprar um objeto novo, minha namorada consegue deixar minha casa mais aconchegante só de mudar algumas coisas de lugar. Fico tão surpreso com isso!" Marco Aurélio, 30 anos

36.

"Quando fico doente - pode ser só um resfriado -, ela cuida de mim e às vezes dorme pouco só para poder controlar a minha febre. Faz isso com o irmão também. Nos sentimos os homens mais amados do mundo." Miguel, 26 anos

37.

"Como toda mulher, minha namorada adora um dramalhão romântico. Sempre crio caso quando ela quer ver um filme desse tipo, mas geralmente acabo gostando. Diário de uma Paixão é ou não é um filmaço?" Fábio, 21 anos

38.

"As mulheres sempre inventam uns apelidos carinhosos e ridículos pra gente. Mato minha namorada se me chamar de algum deles na frente dos outros. Mas me derreto se repete todos quando estamos a sós." José Carlos, 27 anos

39.

"É impressionante como minha namorada presta atenção em várias coisas ao mesmo tempo (na televisão, no que a empregada pede, no que eu digo). É ligadona. E não esquece o que ninguém fala. Por exemplo, se comento que gosto de alguma coisa, ganho no meu aniversário ou no Dia dos Namorados - o que vier primeiro." Wilson, 23 anos

40.

"Adoro quando vamos a um restaurante e a Vera faz questão de provar a minha comida e me oferece um pouquinho da que ela pediu. É sinal de intimidade e de vontade de partilhar o que é bom." Saul, 26 anos

6 Dicas Para Ter a Vida Amorosa Que Você Deseja!

Na Lei da Atração a maioria das técnicas para manifestar um fabuloso relacionamento amoroso em sua vida inclue a visualização regular, a coleta de imagens ou criar “quadro de visualização” que reflete nosso desejos, abrindo espaço para alguém novo em nossas vidas.


Enquanto esses processo ajudam-nos a trazer os nosso sonhos amorosos para a realidade, há outros passos necessários para permitir o parceiro ideal aparecer. Se você é sério sobre obter um relacionamento amoroso que você quer, siga esses seis passos:

1. Seja claro sobre o que ou quem você realmente quer. Antes que você possa criar um relacionamento perfeito para o resto de sua vida, você precisa saber o que tem nele para você. Algumas vezes as pessoas cometem erros ao definir seu parceiro ideal como estar com uma pessoa específica, ao invés de identificar a real essência do que você realmente quer. Esclareça os sentimentos fundamentais, a emoção, experiências que você deseja, e deixe o universo cuidar da parte de oferecer o seu relacionamento amoroso perfeito a você.

2. Se você estiver insatisfeito com seu relacionamento amoroso atual, então pare de reclamar sobre seu parceiro. Quando não estamos felizes com o atual relacionamento amoroso, nós frequentemente culpamos nosso parceiro sem nos darmos conta. Nós observamos somente o lado ruim, ou os erros do parceiro.

Sempre que mantermos uma imagem na nossa mente sobre eles(as) como pessoa que não estamos satisfeitas com, essa situação continuará a aparecer desta forma. Dê espaço para que ele(a) possa ser aquilo que é capaz de ser, observe somente as coisas boas em que vocês passaram juntos ou visualize os momentos felizes que viveram juntos ou que poderão viver. Isso trará uma imagem positiva de seu parceiro, gerando um melhor relacionamento amoroso.

3. Seja aberto. Deixe o universo surpreender você. Frequentemente os relacionamentos amorosos que duram a vida inteira se formam em maneiras que você nunca esperasse. Conecte-se com seu guia interno (emoções, sentimentos, intuição) e respeite esse guia. Garanto que não vai lhe deixar na mão.

4. Ame a você mesmo da mesma maneira que você quer que outros te amem. O nosso mais importante relacionamento amoroso de todo nossa vida é aquele que temos conosco, raramente damos a atenção ao que realmente interessa, NÓS MESMOS. Qualquer relacionamento que temos em nossa vida como, no trabalho, com seus filhos, irmãos e etc é apenas uma reflexão de como nós tratamos a nós mesmos. Por esta razão (e também porque é bom), trate a você mesmo da forma que você quer ser tratado. Fale e faça boas coias para você próprio. Quando você é bom a você mesmo, outros também serão.

5. Ame aos outros da forma que você quer ser amado. Para criar uma vibração forte e alinhada com o seu relacionamento amoroso desejado, Ame aos outros da forma que você quer ser amado. Incondicionalmente, sem restrições, abertamente - ofereça seu amor aos outros. É uma maneira excelente para criar o alinhamento, e advinhe - Você sente-se bem.

6. Finalmente, deixe ir tudo aquilo que não está funcionando em sua vida. Para que as coisas boas acontecam (como obter a vida amorosa que você quer), você tem que sentir-se bem. Eliminar tudo aquilo que está te deixando mal. Seja o trabalho, maus hábitos, apartamento, relacionamento amoroso - tudo aquilo que você não se sente bem tem que ser remediado. Criar um aspirador (na intenção de aspirar as coisas ruins) em sua vida, permite ao Universo a preencher com coisas melhores.

A última dica por ela mesma pode abrir a janela da oportunidade que permite uma avalanche de coisas boas vir a sua direção!

Você encontrará que essas dicas tem uma coisa em comum: a criação de uma vibração alinhada com o relacionamento amoroso desejado. Porque “coisa atrai coisa” o poder da Lei da Atração está no alinhamento das vibrações (seus pensamentos e emoções) com os seus desejos e resultados. Espero que alguma dessas dicas possa te ajudar a obter um melhor relacionamento amoroso.

Fonte: www.lei-da-atracao.info

segunda-feira, 19 de maio de 2008

08 segredos de experts do sexo

Fonte: Revista Nova

Psiu, é secreto!

NOVA entrega os sexgredos de sexperts para você se tornar a melhor amante que um homem já teve. Depois de ser provocado nas preliminares, experimentar a luxúria líquida e se deixar levar por flashbacks eróticos, ele pode não se lembrar do próprio nome... mas jamais esquecerá o seu!

Sim, é possível aprender a ser uma deusa do sexo, rainha suprema da luxúria, com direito a súdito, escravo e orgasmos de fazer a Terra tremer. Estudiosas do assunto contam como treinar o olhar, a imaginação, os pensamentos e o corpo para viver as ondas de êxtase mais intensas do Universo.

Sexgredo 1

riscar o fósforo do tesão assim que o sol nascer: "Sexperts plantam a semente do desejo ainda cedo, assim ela cresce ao longo do dia", ensina Olivia St. Claire, autora de 203 Maneiras de Enlouquecer um Homem na Cama (Ediouro). Para alimentar o apetite sexual do seu amor ainda de manhã, arrisque aparecer para tomar café só com aquele conjunto de calcinha e sutiã, acariciar a zona de perigo do rapaz enquanto ele estiver ocupado escovando os dentes... O seu termômetro do tesão também se manterá lá em cima durante todo o dia se, nos intervalos entre uma tarefa e outra, se divertir lembrando detalhes de uma aventura ou fantasia proibida que já realizou.

Sexgredo 2

encontrar inspiração erótica em toda parte: Em vez de passar batom no piloto automático, uma Ph.D. em sedução presta atenção no movimento e na textura dos lábios e, olhando no espelho, sente-se es-can-da-lo-sa-men-te sexy. Já pensou o que poderia estar no lugar do bastão? Ou em quantas marcas vermelhas espalharia pelo tórax do seu homem? "Deusas do sexo têm idéias libidinosas tiradas de situações cotidianas", fala a terapeuta sexual Linda DeVillers. Por isso, durante o dia, ligue a antena e não permita que sabores, cheiros, toques macios, cores e músicas sensuais passem batido. Isso vai ajudá-la a turbinar a espontaneidade entre os lençóis.

Sexgredo 3

subverter o roteiro das posições: Como a preocupação número 1 do homem é chegar lá, muitas vezes ele nem pensa em arriscar outras posições que não aquelas já testadas e aprovadas para esse fim. No entanto, ficará saltitante se você sugerir algo novo. O segredo é inventar variações sobre o mesmo tema. Por exemplo: se o gato gosta da posição cachorrinho, deverá curtir também esta de ângulo bem parecido: a amazona invertida (com você por cima, só que virada de costas para ele).

Sexgredo 4

provocar despudoradamente: Anote esta técnica das sedutoras supremas: simule sexo durante as preliminares. "Prévia com pimenta extra, quase uma transa, faz a excitação alcançar níveis altíssimos", garante Barbara Keesling, autora de Faça Amor a Noite Inteira (Record). Vale sugar os dedos dele, colocar sua mão por dentro da própria calcinha...

Sexgredo 5

afinar a linguagem corporal: Nós sabemos quando estamos a fim de uma rapidinha e quando preferimos sexo com carinho, certo? Acontece que seu homem não lê pensamentos. Você precisa sinalizar! E não é com palavras. Se está louca por um rala-e-rola estilo "me devore agora", vá direto ao assunto massageando o dito-cujo. Quer sexo menos selvagem? Escorregue seu dedo pelas costas dele para começar à sua maneira.

Sexgredo 6

pisar no freio sem dó nem piedade: Lição de luxúria para mulheres com doutorado em autocontrole: "Adiar o prazer cria uma deliciosa tensão sexual", ensina Olivia. Portanto, trate de diminuir o ritmo duas vezes, transformando a recompensa em algo ainda mais desejado! Depois de abrir as calças dele e lamber o pênis como um picolé, mude de alvo e corra seus dedos pelo peito do bonitão. De novo coloque o menino na boca por alguns segundos e, mais uma vez, interrompa a ação para morder a parte interna das coxas dele. Então, quando o pobre rapaz já estiver implorando, dê-lhe o banho de língua pra valer.

Sexgredo 7

atacar várias frentes: "Amantes classe A sabem que estimular duas zonas erógenas ao mesmo tempo deixa o homem supersensível", fala Barbara. Se o gato estiver por cima, puxe o cabelo dele com uma mão enquanto belisca seu bumbum com a outra. Quem está no comando é você? Brinque com os mamilos do bonitão enquanto banca a vampira e morde o pescoço da "vítima".

Sexgredo 8

glamourizar o dia-a-dia: Como as sexperts conseguem ter na memória um arsenal de posições criativas? Um de seus truques é apimentar as já conhecidas. Em vez de ficar simplesmente por cima, peça ao gato que coloque o bumbum bem na beirada da cama, deixando as pernas para fora. De pé, caminhe até a borda do colchão e encaixe-se no pênis. Outra sugestão excitante: usar a gravidade como em cena de filme. Ou seja, incremente o papai-e-mamãe mantendo seus ombros fora da cama. E avise seu amor para estar preparado a içá-la antes que perca os sentidos de tanto prazer...

Mitos e verdades sobre métodos anticoncepcionais

Desde os tempos mais remotos a humanidade criou diversos mitos sobre a gravidez. Alguns são muito conhecidos, como aquele que afirma ser impossível para uma mulher engravidar na primeira relação sexual.
Outros são mais restritos, como o que diz ser impossível engravidar se houver orgasmo. Todos, obviamente, estão equivocados, mas algumas pessoas insistem em acreditar neles.

Essas histórias circulam pela humanidade há muitas de gerações e, como todo o mito, podem ter tido alguma função em outros momentos da História. Hoje, porém, a ciência já provou que estão erradas, e não há motivo para que a vida sexual das pessoas permaneça na idade das trevas.

Veja a lista que o Centro Latino-americano para a Saúde da Mulher (CELSAM) elaborou com os erros mais comuns ligados a contracepção nas relações sexuais.

Mito 1: A mulher não engravida na primeira relação

A realidade:
Quando uma mulher ou adolescente menstrua, isto significa que ela ovulou. E, se ela ovula, está com suas funções reprodutivas normais.
Mesmo que o corpo de uma adolescente ainda não esteja plenamente desenvolvido para sustentar uma gravidez, ela pode acontecer desde a primeira ovulação (que ocorre cerca de 15 dias antes da primeira menstruação).

Este mito da primeira vez é tão forte que cerca de 20% das adolescentes grávidas foram fecundadas na primeira relação, e cerca de 40% das gestações durante a adolescência ocorrem nos seis primeiros meses de vida sexual.

O que as mulheres precisam entender é que, se a relação sexual ocorrer durante a ovulação, qualquer mulher pode engravidar, mesmo em sua primeira relação.

Mito 2: A tabelinha é um método seguro

A realidade:
Este método, que consiste numa tabela que prevê o dia da ovulação, não é seguro, pois o ciclo menstrual não é totalmente previsível.
Considera-se que, em média, o ciclo menstrual seja de 28 días. Mas este prazo varia muito de mês a mês, e também de mulher para mulher. Por isso, é muito difícil prever o dia certo da ovulação que, em geral, ocorre bem no meio do ciclo menstrual.

Além de ser difícil de prever o dia da ovulação, a “tabelinha” tem outra falha: cada ejaculação libera em torno de 300 a 400 milhões de espermatozóides, que podem viver dentro do corpo da mulher por até 7 dias. E, se a ovulação ocorrer em algum dessas dias, é possível que aconteça a gravidez.

Mito 3: É preciso interromer o uso da pílula

A realidade:
Atualmente, não há motivos médicos que justifiquem esta prática. Já está demonstrado que os chamados “descansos” da pílula, isto é, a interrupção de seu uso por alguns meses, perodicamente, não são necessários - a não ser, é claro, que o casal esteja planejando uma gravidez.
O “descanso” era recomendado para as pílulas antigas, que tinham doses de hormônios muito mais altas do que as pílulas atuais. Hoje, a interrupção da pílula é que pode provocar mais desconforto, como um pequeno atraso menstrual no primeiro mês e a necessidade do uso de outros métodos anticoncepcionais durante a interrupção.

Evidentemente, se a mulher apresentar problemas decorrentes do uso da pílula, esta deve ser trocada, ou mesmo substituída por outro método anticoncepcional. Entretanto, o uso da pílula, assim como sua interrupção, devem ser indicados pelo médico ginecologista.

Mito 4: O coito interrompido é um método seguro

A realidade:
O coito interrompido, ou o famoso “gozar fora”, é um dos métodos anticoncepcionais mais antigos, mas também um dos menos seguros que existem.
Todos sabem que, para haver a gravidez, é necessário que haja um óvulo e um espermatozóide. O que poucas pessoas sabem é que o sêmem não é o único meio através do qual o homem expele seus espermatozóides: o líquido lubrificante produzido pelo homem antes da ejaculação também está cheio de espermatozóides, e o homem não tem nenhum controle sobre sua produção.

Para se ter uma idéia do perigo, cada gota deste líquido, chamado de “prostático”, contém cerca de cem mil espermatozóides - e, para haver fecundação, só é necessário um.

O coito interrompido também apresenta outro perigo, que é o do homem não conseguir controlar a ejaculação, e acabar ejaculando dentro da mulher. Além disso, este método pode tirar muito do prazer do sexo, tanto pela tensão que cria quanto pela interrupção da relação antes do fim.

Mito 5: É possível ficar grávida na amamentação

A realidade:
A eficácia anticoncepcional da lactação varia muito de mulher para mulher.
Para que a mulher tenha uma proteção eficaz durante a amamentação, é preciso haver certas características combinadas:
A menstruação não pode ter voltado depois do parto.

A produção de leite deve ser muito grande e, para isso, o leite deve ser a única fonte de alimento do bebê, o que significa que o método só é seguro até seis meses depois do parto.

Mito 6: Tendo orgasmo, a mulher não engravida

A realidade:
A fisiologia reprodutiva - especificamente, a ovulação - não está ligada a resposta sexual humana.
Isto significa dizer que não existe relação entre o orgasmo e as possibilidades de uma mulher engravidar. Aliás, muitas mulheres deixam de ter orgasmo precisamente pelo medo de ficarem grávidas.

O fato de uma mulher ficar grávida depende única e exclusicamente da implantação de um óvulo fertilizado em seu útero, o que independe do prazer alcançado durante o ato sexual. Por isso, nem a ovulação nem a fixação do óvulo fecundado no útero têm qualquer relação com o orgasmo.

Mito 7: A pílula anticoncepcional provoca câncer

A realidade:
Desde que a pílula anticoncepcional entrou no mercado, há cerca de 40 anos, incontáveis pesquisas foram feitas sobre sua possível relação com o câncer, e nada foi encontrado.
Para obterem licença de comercialização, todos os medicamentos são submetidos a múltiplos testes de eficácia, segurança e toxicidade. Tais investigações levam vários anos, e os testes são feitos em laboratórios, em animais e em grupos controlados de pacientes.

Um dos remédios mais testados nos últimos quarenta anos é, exatamente, a pílula anticoncepcional. Com isso, seus componentes melhoraram muito, e as dosagens hormonais estão cada vez menores.

Ao contrário do que se pensa, o que está provado é que a pílula tem efeitos benéficos na prevenção de alguns tipos de câncer. Veja alguns benefícios que podem ser trazidos pelo uso da pílula:
Diminuição do risco de câncer de ovário:
O câncer de ovário é a primeira causa de morte de mulheres em países desenvolvidos, e a quinta em países em desenvilvimento. Geralmente, quando diagnosticado, este tipo já está avançado demais para que haja cura. O uso da pílula durante pelo menos 4 anos reduz o risco em 40 %. Se o uso for por mais de 12 anos, aproteção chega a 60%. O efeito dura por 15 anos.

Diminuição do risco de câncer de endométrio:
O câncer do endométrio (tecido que recobre a parte interna do útero) é uma doença muito comum. Pesquisas indicam que o uso da pílula pode ajudar a preveni-lo. Em alguns casos, o uso prolongado da pílula oferece uma proteção de até 80%.

Diminuição do risco de doença inflamatória pélvica:
Esta é uma doença infecciosa grave que atinge o útero, as trompas e outros órgãos pélvicos. Pode exigir cirurgia de emergência, e é uma causa comum de esterilidade feminina. Pesquisas indicam que o uso da pílula ajuda a prevenir a doença.

Fonte: saude.terra.com.br

Como usar a pílula do dia seguinte

Especialista esclarece as 7 dúvidas mais comuns sobre o medicamento que evita a gravidez em situações de emergência

Muitas mulheres usam a pílula do dia seguinte como método contraceptivo normal. Isso é grave! Essa pílula nasceu para evitar a gravidez em casos de urgência - quando a camisinha estoura ou após violência sexual. A pílula não funciona como um abortivo, ela age antes da gravidez. Sua função é impedir a fecundação, dificultando o encontro do espermatozóide com o óvulo. Mas, se já tiver ocorrido, provoca descamação no útero e impede a implantação do ovo fecundado. Para orientá-la, convidamos a ginecologista Albertina Duarte, coordenadora do Programa do Adolescente de São Paulo*, para um batepapo esclarecedor.

1 QUANDO DEVO TOMAR A PÍLULA DO DIA SEGUINTE?
Em situações de extrema urgência, quando não houve o uso do anticoncepcional diário ou se a camisinha estourou. Portanto, não vale usá-la como anticoncepcional diário e, muito menos, em substituição da camisinha.

2 SE EU TOMÁ- LA REPETIDAS VEZES, CRESCEM AS CHANCES DE FALHA?
Sim. Desse jeito, o risco de você engravidar aumenta.

3 ELA PODE CAUSAR EFEITO COLATERAL?
Sim. Dores de cabeça, alteração no ciclo menstrual e enjôos. No caso de diarréia ou vômito, nas duas primeiras horas após a ingestão, a dose deve ser repetida.

4 A PÍLULA SÓ TEM EFEITO ATÉ 72 HORAS DEPOIS DA TRANSA?
Sim. Se usar nas primeiras 24 horas, o risco de gravidez é de 5%. Após 48 horas, sobe para 15% e, em três dias, 40%. São dois comprimidos: um para tomar nas primeiras 24 horas e outro 12 horas após o primeiro.

5 PRECISO DE RECEITA MÉDICA PARA COMPRÁ-LA?
Não. Assim como os anticoncepcionais normais, a pílula do dia seguinte dispensa receitas médicas. Esse medicamento é vendido em farmácias com preço entre R$ 15 e R$ 20.

6 SE EU ESQUECER UM DIA DE TOMAR A PÍLULA NORMAL, DEVO RECORRER À DO DIA SEGUINTE?
O certo é usar camisinha. Se isso não ocorrer (ou se a camisinha estourar), aí sim recorra ao medicamento. E, depois, interrompa o uso do anticoncepcional diário até a menstruação. E use a camisinha nesse período.

7 HÁ CONTRA-INDICAÇÃO?
Sim, a pílula é contraindicada para pessoas que sofrem de diabetes, problemas cardíacos, circulatórios e de hipertensão. Do mesmo jeito, mulheres que estão tomando antibióticos ou calmantes, por exemplo, devem procurar orientação médica antes da ingestão desse medicamento, porque o risco de gravidez nesses casos aumenta para até 22%.

Pílula x Aborto:
No último dia 25, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou que facilitará o acesso a pílula do dia seguinte para combater o número de abortos clandestinos no país, a quarta causa de óbito materno. Ele defende o uso da pílula sendo uma arma importante contra a gravidez indesejada. “Minha equipe está vendo como encaixar a pílula do dia seguinte em nossa estratégia, mas estará com certeza absoluta”, afirma o ministro.

Entenda como funciona.
1. Os comprimidos liberam hormônios sintéticos na corrente sangüínea. Eles diminuem no organismo o nível do hormônio folículo estimulante, o FSH. Ele é responsável, entre outras coisas, pelos movimentos da trompa que liberam o óvulo e o empurram em direção ao útero. Sem FSH, a trompa sossega, o óvulo estaciona e dificulta e muito o encontro do óvulo com espermatozóide.

2. Para garantir o serviço, a pílula age também na mucosa que reveste o útero, chamada endométrio. Os hormônios provocam uma descamação nessa mucosa, o que impede que o óvulo fecundado “grude” nas paredes do útero. Tecnicamente, é só depois da fixação que ocorre a gravidez — por isso que muitos especialistas garantem que a pílula não é considerada abortiva, e sim preventiva.

Lígia Scalise

Fonte: mdemulher.abril.uol.com.br

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Controle da TPM

A síndrome da tensão pré-menstrual (TPM) é, de longe, a queixa mais comum entre mulheres que ainda não chegaram na menopausa. Estima-se que a TPM ocorra de forma severa em 2,5 a 5 por cento, e de forma mais branda em cerca de 33 por cento das mulheres. A TPM foi descrita pela primeira vez em 1931 como “um estado de tensão insuportável”, uma descrição que pode ser bem entendida pela maioria das mulheres. Algumas já têm TPM a partir da época em que começam a menstruar, mas para a maioria o problema se inicia em meados dos 30 anos de idade e vai ficando cada vez pior como o passar do tempo.

Embora seja possível enumerar dezenas de sintomas para a TPM, os mais comuns são o inchaço, a retenção de líquidos (com conseqüente aumento de peso), seios doloridos e com granulosidades, dores de cabeça, cólicas, fadiga, irritabilidade, flutuações no estado de humor e ansiedade. Em mulheres com TPM violenta, a irritabilidade e as mudanças de humor podem transformar-se em verdadeiras explosões de cólera e raiva. Por definição, os sintomas da TPM ocorrem nas duas semanas que precedem a menstruação, mas às vezes podem continuar por alguns dias durante o período menstrual.

É bom que se diga logo que não existe solução “mágica” para a TPM. Um pouco de progesterona pode ajudar muito, e em alguns casos isso pode até resolver o problema, por neutralizar os efeitos do estrogênio ambiental e dos ciclos anovulatórios. Mas a TPM é um problema composto de muitos fatores, que precisam ser tratados tanto no nível físico quanto no âmbito emocional.

O estresse está quase sempre presente na TPM. O estresse eleva os níveis de cortisol, o qual impede que a progesterona chegue aos seus receptores. Assim, níveis normais de progesterona não significam que a suplementação não seja necessária. Uma quantidade extra de progesterona é necessária para superar o bloqueio de seus receptores pelo cortisol. Quando a mulher descobre que já consegue controlar sua TPM, isso lhe ajudará a controlar melhor o estresse. Nesse ponto, níveis mais baixos de progesterona voltam a funcionar normalmente.

Por muitos anos pensou-se que, como os sintomas da TPM ocorrem quando os níveis de progesterona se encontram relativamente elevados, era a progesterona que causava a TPM. Teoricamente, esses sintomas tanto podem estar relacionados a altos níveis de progesterona quanto a uma deficiência de progesterona (predominância estrogênica). Porém, seria improvável que níveis altos de progesterona fossem a causa, pois durante a gravidez esses níveis são de dez a vinte mais elevados que a média da metade do ciclo menstrual, sem que ocorram sintomas similares aos da TPM. É mais provável que se trate de uma deficiência de progesterona (predominância estrogênica), pois muitos sintomas da TPM são correlatos aos sintomas da predominância estrogênica - principalmente a retenção de líquidos, seios inchados, dores de cabeça, alterações no humor, perda da libido e padrões insatisfatórios de sono.

A resposta da mulher ao seu próprio ciclo hormonal é extremamente individual, sendo essa uma das razões de ser tão difícil se identificar as causas da TPM. Níveis de estrogênio que causam inchaço e ansiedade numa determinada mulher podem não ter qualquer efeito noutra mulher. Pílulas anticoncepcionais e terapia de reposição hormonal (TRH) causam uma infinidade de efeitos colaterais em muitas mulheres (inclusive TPM), ao passo que outras mulheres dizem que se sentem ótimas. Por isso é tão importante você aprender a conhecer seu próprio corpo e seus próprios sintomas, e não permitir que lhe digam que você tem apenas um “problema emocional”, ou que só precisa de antidepressivos ou tranqüilizantes.

As primeiras tentativas de usar progesterona para tratar sintomas da TPM foram apenas parcialmente bem-sucedidas. Altas doses de progesterona, via vaginal ou via supositório, utilizadas pioneiramente pela médica e pesquisadora inglesa Katherina Dalton, apresentaram algum sucesso, mas os resultados não foram constantes. Hoje sabemos que altas doses de progesterona causam a formação de metabólitos (subprodutos) no fígado que não são progesterona, que inibem a progesterona em nível de receptores, e que podem causar efeitos colaterais indesejáveis ou bloquear os efeitos da progesterona. A progesterona oral (em forma de pílula), ministrada em altas doses de 100 a 300 miligramas, podem ter o mesmo infeliz efeito (a progesterona oral precisa ser prescrita em doses muito elevadas porque o fígado imediatamente desfaz-se de cerca de 90 por cento dela).

Mesmo com as limitações e desvantagens das altas doses de progesterona oral, o Dr. Joel T. Hargrove, da Escola de Medicina da Universidade de Vanderbilt, publicou resultados indicando taxas de 90 por cento de sucesso no tratamento da TPM com doses orais de progesterona natural micronizada.

Um dos equívocos dos médicos que tentam tratar a TPM com progesterona é pensar que progestina sintética é a mesma coisa que progesterona. Dar progestinas a uma mulher com TPM é o mesmo que jogar gasolina no fogo - para a maioria das mulheres, isso só vai tornar os sintomas dramaticamente piores.

O creme de progesterona, usado em doses de 15 a 30 miligramas por dia durante duas semanas por mês, apresenta uma alta taxa de sucesso no tratamento dos sintomas da TPM. Segundo a médica norte-americana Jesse Hanley, algumas mulheres com muita deficiência podem precisar usar até 100 mg duas vezes ao dia, durante um ou dois meses, e então ir gradualmente reduzindo a dose. O simples uso da progesterona geralmente elimina a TPM. Mas combinar progesterona com uma dieta adequada e controle do estresse é uma excelente estratégia.

A questão do estresse
Como sabemos, o estresse libera cortisol, um hormônio produzido principalmente pelas glândulas supra-renais, em resposta a sentimentos de medo, raiva, ou mesmo pelo sentimento de competição. Em excesso, o cortisol pode estimular sentimentos de raiva, irritabilidade e cólera. O cortisol é também liberado quando nos forçamos a trabalhar, sem descanso, dia após dia. Imagine o cortisol como um sistema reserva de energia (como aqueles usados quando falta luz) — se você usar de forma contínua e na capacidade máxima, ele vai acabar se exaurindo e você ficará sem essa fonte de energia. Da mesma forma, você não pode depender do cortisol e das suas glândulas supra-renais para levá-la além dos seus limites físicos, do contrário chegará a um ponto em que terá seus órgãos esgotados e sofrerá de fadiga crônica.

Como o cortisol e a progesterona competem pelos mesmos receptores nas células, o cortisol prejudica a atividade da progesterona, preparando o terreno para uma predominância estrogênica. Níveis de cortisol cronicamente elevados podem ser causa direta da predominância estrogênica, com todos os sintomas característicos da TPM.

Altos níveis de cortisol podem também afetar o açúcar do sangue. O cortisol manda encher as células com glicose (açúcar do sangue). O fluxo inicial de glicose que chega às células pode fazer a gente se sentir ótimo, mas uns vinte minutos mais tarde, seu organismo vai estar lutando para conseguir mais glicose e você vai correr às prateleiras e remexer nas gavetas, em busca de um bombom ou um saquinho de batatinhas fritas para repor sua glicose e a sua energia. A maioria dessas calorias “vazias” será transformada em gordura e, se você mantiver esse padrão por um longo prazo, passará a brigar para manter o peso baixo e a energia alta.

Uma glicose flutuante cria um outro tipo de ciclo negativo de feedback, no qual altos níveis de açúcar do sangue estimulam a produção de adrenalina, a qual, por sua vez, estimula a produção de cortisol, o qual causa uma ânsia por calorias de rápida obtenção, e assim por diante.

O estresse também eleva o nível de um hormônio chamado prolactina, que é mais conhecido por ser o hormônio que estimula a produção de leite nos seios. Altos níveis de prolactina reduzem a produção de progesterona, que por sua vez estimula altos níveis de prolactina. Um bom exemplo do ciclo de feedback prolactina-progesterona é uma mulher no último trimestre de gravidez, que produz cerca de 300 miligramas de progesterona por dia, via placenta. Quando ocorre o parto, a abrupta queda de progesterona sinaliza o corpo para elevar os níveis de prolactina, que estimula a produção de leite nos seios. Dessa forma, os altos níveis de prolactina suprimem a progesterona, e os baixos níveis de progesterona podem, por sua vez, estimular a síntese de prolactina.

Outros fatores que podem elevar os níveis de prolactina incluem o hipotireoidismo, herpes zoster, estrogênio, anticoncepcionais orais, além de uma variedade de medicamentos, como o L-dopa, reserpina, as fenotiazinas (remédios antipsicóticos), os antidepressivos tricíclicos e, em menor escala, o medicamento anti-úlcera metoclopramida (Reglan), além de algumas drogas vendidas sem receita médica, como os bloqueadores de histamina usados no tratamento da azia, como a cimetidina (Tagamet) e a ranitidina (Zantac).

Você pode dar ao seu corpo toda a progesterona que ele precisa, mas se ela ainda estiver competindo com o cortisol e com a prolactina (em outra palavras, se você não gerenciar o estresse de forma mais eficaz), você ainda estará usando, pelo menos parcialmente, seu sistema reserva de energia. A progesterona pode propiciar um antídoto parcial aos altos níveis de cortisol e de prolactina (e os sintomas resultantes de TPM). Mas inevitavelmente você terá que trazer seu cortisol de volta ao normal.

O lado emocional
Uma das razões porque freqüentemente a TPM não responde totalmente ao tratamento com hormônios naturais, suplementos vitamínicos e minerais, dieta adequada e exercícios físicos, é que existe nela um componente emocional, o qual possui um propósito subjacente e importante na vida da mulher. A Dra. Jesse Hanley tem trabalhado extensivamente com esse aspecto da TPM, pois acredita que sem ele não poderá ocorrer uma cura completa.

A Dra. Hanley trata a TPM, e toda a sua volatilidade emocional, como uma importante mestra e guia. Ela chama a TPM de “dádiva das deusas”. Trata-se de uma fase na vida da mulher em que ela é particularmente sensível e tem acesso aos seus níveis mais profundos de conhecimento intuitivo. Esse conhecimento é geralmente repleto de dor em nossa cultura, por causa de todos os conflitos que a mulher tem com sentimentos, os quais não se espera que a mulher tenha. Não se concebe que a mulher tenha raiva. Dela não se espera nada que não seja doce, alimentador e educador, e isso cria um padrão de culpa e de emoções reprimidas naqueles períodos em que frustrações e raivas estão em ebulição.

Houve um tempo na História em que o sangue menstrual não era considerado sujo ou uma desgraça, mas sim tratado como sagrado e usado em rituais e para fertilizar os campos. A mulher menstruada era levada para um alojamento com suas irmãs, onde sua crescente sensibilidade e capacidade cíclica de penetrar no seu mais profundo conhecimento eram usadas para ajudar a guiar a tribo ou aldeia. Na Grécia antiga, as mulheres menstruadas eram consultadas como oráculos. Seus sonhos, pensamentos e opiniões eram altamente respeitados e levados seriamente em consideração.

Hoje, uma mulher sensível durante a menstruação é considerada um problema, alguém que deve ser temido e evitado. Na verdade em qualquer época do mês em que a mulher expresse raiva ou irritação, pode ser acusada de estar com TPM. Se ela tiver opiniões fortes, pode ser acusada de “castradora” ou de tentar comportar-se como homem, em vez de ser considerada talentosa e competente. No entanto, sensível também significa mais intuitiva, mais ligada, mais criativa, mais espontânea e mais imprevisível. Quando esse atributos são expressos e apreciados, primeiro e acima de tudo pela própria mulher, eles tendem a ser expressos numa forma mais positiva.

A TPM pode forçar a mulher a entender que ela tem limitações, e que essas limitações não são motivo de vergonha - devem ser motivo de honra. A mulher deve perceber por si mesma quando estiver sendo abusada, esfalfada, negligenciada, desconsiderada e não respeitada. Ela tem que saber que não é uma malvada simplesmente por não conseguir ficar em pé durante metade da noite com um filho doente, ir para o trabalho durante todo o dia seguinte e ser competente, e então voltar para casa e ser alegre, alimentadora, educadora e abnegada, enquanto cozinha, lava roupa e fica em pé metade da noite novamente.

Sentimentos que ficaram suprimidos durante todo o mês podem incendiar-se de forma desproporcional no período pré-menstrual. A mulher que se sente livre para expressar seus sentimentos e para implementar seu conhecimento intuitivo tem um melhor domínio de suas emoções no período pré-menstrual. Quando a mulher aprende a respeitar e a escutar seu próprio conhecimento intuitivo, ela está dando o primeiro passo para curar a si mesma.

Reconhecer e apreciar a maior sensibilidade do período pré-menstrual da mulher é uma questão fundamental e que afeta de modo global o seu bem-estar e a sua saúde física, mental e emocional. Por isso é tão contraproducente, e às vezes destrutivo, uma mulher entrar no consultório de um médico tradicional com queixas emocionais resultantes de TPM. Se antidepressivos não resolverem o problema, ela será rotulada de “desequilibrada”, e isso resulta em mais atitudes “desequilibradas”.

Com um pouco de investigação, criatividade e disposição para registrar tudo o que funciona e o que não funciona, a TPM pode geralmente ser harmonizada dentro de poucos meses. Se você conseguir um profissional compreensivo e esclarecido, para trabalhar em parceria com você e ajudá-la a monitorar o seu progresso, ótimo. Caso contrário, você possui todas as ferramentas e recursos para curar e equilibrar a si mesma.

O Que Fazer:
- Corrigir a predominância estrogênica (excesso de estrógenos) através de um creme com progesterona natural. A TPM geralmente está ligada ao estresse e, portanto, a altos níveis do hormônio cortisol. Como o cortisol compete com a progesterona na utilização dos mesmos receptores nas células, as doses de progesterona precisam ser mais elevadas. Nos primeiros dois meses, aplique a totalidade do pote ou bisnaga usual de 56 gramas. O Dr. John Lee recomenda neste caso ministrar a progesterona num crescendo, fazendo apenas uma aplicação ao deitar, aumentando para duas aplicações (pela manhã e ao deitar) e depois ir aumentando a quantidade de cada aplicação até acabar o creme no final do ciclo (ao redor do 28º dia). Nos meses seguintes, diminuir gradualmente as quantidades, à medida que os sintomas forem desaparecendo. O creme deve ser aplicado entre o 10º (ou 11º ou 12º) dia do ciclo menstrual até o 28º dia (conforme o ciclo de cada mulher), contando-se o dia de início da menstruação como 1º dia.

- Tomar diariamente suplementos multivitamínicos e multiminerais, contendo:
Zinco (10 mg)
Complexo B
Vitamina B6 (50 mg)
Vitamina C (500 a 1000 mg)
Magnésio (300 a 400 mg)
Vitamina E (400 UI)

- Seguir uma dieta baseada em hortaliças e verduras orgânicas, frescas e ricas em
fibras, assim como frutas, nozes e cereais integrais.

- Comer peixe duas vezes por semana.

- Tomar chá da raiz da bardana e/ou raiz de dente-de-leão.

- Tentar controlar o stress, para evitar níveis cronicamente elevados de cortisol.

- Fazer um pouco de exercício físico diariamente.

O Que Evitar:
- Pílulas anticoncepcionais.
- Terapia hormonal que use apenas estrogênio.
- As causas dos ciclos sem ovulação: Anticoncepcionais, stress crônico, esforço físico exagerado, pendências emocionais, talcos na área genital, produtos lácteos.
- Açúcar e carboidratos refinados.
- Gorduras hidrogenadas (margarinas) ou gorduras e óleos insaturados.
- Carne de gado ou frango criados em regime de confinamento (preferir o tipo orgânico, livre de hormônios, antibióticos e pesticidas).
- Todos os tipos de pesticidas.
- O stress crônico.

Mais informações:
- Livro What your doctor may not tell you about menopause, do Dr. John Lee, e co-autoria da Dra. Jesse Hanley.

Fonte: www.novatrh.net